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Este é o canal acadêmico de comunicação interativa, democrática e participante d@s Alun@s, Monitor@s e Professor da Disciplina Manifestações Culturais Aplicadas à Educação Fíisica da UFPB do semestre 2009.1.

sábado, 8 de agosto de 2009

Dennison Augusto - Diário de Bordo e Matrizes

Data: 16/04/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Que eu sou um Professor e não um Profissional de educação física no sentido de atuação e uma introdução no “mundo” da capoeira, sua origem (brasileira) e sua difusão como forma de interação e pode ser vivida em vários aspectos: esporte, dança, luta etc.

2)Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Bastante curioso acerca da capoeira e de como posso inseri-la em outras atividades utilizando alguns aspectos/técnica dela. Embora talvez não tenha, a princípio, o interesse de trabalhar com a capoeira.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Acredito que para esta aula, a linha de construção de pensamento foi bastante proveitosa. A princípio, para esta aula, não há o que mudar de fato. Pelo menos, não fixamos somente no programa da disciplina.

Data: 23/04/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Pude observar sobre carnaval e cultura e algumas curiosidades como a festa do Rei “Momo” que representa o desejo da carne e de estar “gordinho” e que antecede a Quaresma que é uma festa de penitencia e jejum.

2)Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Bastante curioso em se tratar de nossa cultura e uma grande vontade de descobrir mais a respeito do tema.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Na verdade, ao final da aula eu faria uma discussão (debate) entre os alunos, observando vários pontos de vista e a assimilação de cada um. Evitaria a parte do DVD em que o apresentador e outros estudiosos se apresentam numa espécie de mesa redonda.

Data: 30/04/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Aprendi a fazer um blog, pois fizemos, a turma toda em sala de aula, uma maneira bastante interessante de se aprender e uma vasta oportunidade de publicar seus artigos. Aprendi algumas danças populares e suas origens e como ensiná-las. Primeiramente danças do Sul e uma do sudeste.


2)Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Bastante motivado, pois recordo-me do grupo de Danças Populares de quando eu era estudante secundarista.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Apresentaria seus passos e sua origem, história etc. A dança proposta mas deixaria espaço para que a turma pudesse contribuir com o desenho coreográfico.


Data: 02/07/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Descobri uma nova perspectiva da Ginástica de Academia, se assim posso dizer, com a proposta da Etnoginástica. Que envolve a cultura popular aplicada as aulas de Ginástica.

2)Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Me senti bastante empolgado em conhecer mais e participar do grupo de estudos que esta se desenvolvendo.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Essa explanação da Etnoginástica ficou, por enquanto, com teoria, eu apresentaria sua origem etc, e logo em seguida partiria para a pratica.

Data: 08/07/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Como foi a “estruturação” da região Sul do País, denominado “Brasil Sulino” no vídeo. A partir dos Jesuítas e suas Missões, segundo Bulhões: os Kamikazes da Igreja Católica. Mas o que mais chamou atenção foi o índice de escravidão indígena, desmistificando a “lenda” que índio não presta pra ser escravo.

2)Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Bastante empolgado de como foi sendo construindo a cultura local (Sul) a partir dos espanhóis, alemães, portugueses etc. Me recordei as famosas Missões, e que ainda hoje podemos viver e levar a palavra de Deus aos homens, deixando-os livres para optar.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Eu levaria elementos (objetos) da cultura local apresentada e fazia uma espécie de mini-oficina passando cada um de mão em mão e apresentaria para que servia cada elemento. Talvez os mais curiosos como “Chimarrão”, a bola da “bocha” etc.

Data: 22/07/2009

1)O que eu aprendi na aula hoje?

Descobri que o Coco é de origem da Paraíba, ou seja, genuinamente Paraibano. Pude acrescentar novos estilos ao pouco conhecimento que tinha por participar de um grupo de Danças Populares da escola em que estudei.

2) Como eu me senti na aula hoje? (emoções, sensações, sensibilidades, anseios...)

Bastante empolgado com a parte prática, e realmente eu me “diverti” com as danças.

3)Como eu poderia melhorar esta aula?

Abriria espaço durante a aula para formar pequenos grupos, máximo de 5 pessoas, para criarem algum desenho coreográfico e enriquecer a aula com novas coreografias.

Origem do Carnaval


CULTURA x CLASSE SOCIAL


*Imposição das classes superiores (conceito de cultura geral)

o Estrutura; organização política; sistema econômico; meios de produção.

o A cultura é elemento diferenciador da classe.

CULTURA CIENTÍFICA

o Conhecido (carnaval) nas mais remotas antiguidades.

o No mundo cristão Medieval era a prioridade das festas profanas.

o O carnaval era um grande feriado, uma brincadeira, um fim em si mesmo. Era uma ocasião de êxtase e liberação. Havia 3 temas principais no carnaval, reais e simbólicos: comida, sexo e violência.

*Comida: mais evidente, a carne deu origem ao nome “carnaval”. Significava também a carnalidade, sexo.

*Momento de protesto, revelando o preconceito sobre a minoria.

Baile de mascaras com origem na França e o 1º no Brasil foi no Rio de Janeiro. Em recife em 1985.

Clube de máscaras.

Clube de alegorias

Surgiram então as escolas de samba no Rio de Janeiro.

CARNAVAL COMO GRANDE NEGÓCIO

* 1909 – primeiro registro da palavra “frevo”

* Influencia africana no carnaval da Bahia

* O carnaval baiano tem uma característica por ano

* ESPETÁCULO TELEVISIVO: transformar tudo em espetáculo, desde um tenora dois violeiros.

*As desgraças como espetáculo




MATRIZ TUPI

Os nosso antepassados indígenas eram chamados de “os brazis” e sua língua (fala) era o Tupi, surgiu ao Oeste do Amazonas (norte). Viviam em aldeias e cada tribo era auto-suficiente.

Os tupinambás se dedicavam a guerra e as festas, mas mantinha um contato maior com os europeus. Ao casar-se, se o esposo estivesse “insatisfeito” com a esposa, a forma de separação era simples e sumária e, sua mais honrada atividade era a guerra.

Acontecia um fato interessante, pois ao derrotar um guerreiro, este fazia um rito para a sua morte e, o guerreiro que o matasse comia seu corpo junto a sua tribo, imaginava-se que tal ato, faria com que todos adquirissem as forças e habilidades do guerreiro derrotado.

A arte sempre esteve presente na sua cultura através das pinturas.

MATRIZ LUSA

Portugal sempre foi uma “nação” em que a navegação sempre passou por várias “modernizações” para a navegação, graças as suas necessidades. Eram tecnologias e descobertas de navegação, de embarcação, de cartas marítimas, utilização das constelações para sua navegação cada vez mais eficaz.

Ao “descobrir” o Brasil, como conseqüência de um crescimento na navegação e sua vontade de expandir-se no comércio, Portugal tornara uma potencia mercantilista.

Exploradores do povo brasileiro, os indígenas que aqui moravam, conquistaram grandes riquezas na descoberta do ouro e do pau-brasil.

MATRIZ AFRO

Quando de fala de áfrica, lembra-se logo do negro e da escravidão. Pois bem, por dominarem vários trabalhos “braçais”, ou seja, trabalhos que exigiam vigor, resistência e força física, foram um alvo muito fácil do colonizadores.

Uma cultura muito forte, que persiste até os dias atuais, é de enfeitar-se.


BRASIL SULINO


A “estruturação” da região Sul do País, denominado “Brasil Sulino” se deu a partir dos Jesuítas e suas Missões, segundo professor Marcello Bulhões: os Kamikazes da Igreja Católica. Que partiam nessas jornadas de “evangelização e catequização” dos índios, que de certa forma sempre corriam risco d vida, pois, se assim podemos dizer, os índios ainda eram bastante selvagens.A intenção de expandir o cristianismo, era tornar os índios submissos aos sacerdotes que ali estavam em nome da igreja.Mas o que mais chamou atenção foi o índice de escravidão indígena, desmistificando a “lenda” que índio não prestava pra ser escravo.





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